domingo, 29 de dezembro de 2013

  Primeiramente, não desistam da leitura. Vou criticar o drama positiva e negativamente. Pretendo analisar os aspectos que me deixaram feliz e infeliz. Isso é uma forma dramática de dizer que gostei de algumas coisas e de outras não. "Segundamente", The Heirs foi o drama que mais relutei para assistir na minha vida. Achava que nunca iria assistir. Precisou do empurrãozinho de minha mãe. E precisou que todos os dramas que eu gostaria de ver estivessem ainda sendo traduzidos. Escolhi The Heirs como um "passa tempo" (não mentirei para vocês, leitores!). Bom, acabou que eu ter conseguido passar do episódio 4 significou muito. Significou que o drama era continuável. Estou sendo muito dramática. O drama não é ruim. Ele só não é fabulosamente fantástico inesquecível e melhor do ano como muitos estão alegando por aí. Vamos aprender a separar as coisas e reconhecer o que realmente há pra se reconhecer. Tem aspectos bem bacanas em The Heirs. E confesso que os personagens secundários tiveram, aos meus olhos, um brilho todo, mas todo especial mesmo. 


 Como muitos sabem, reluto para assistir um drama colegial. Aiiigo, definitivamente a temática não me agrada. BBF foi o único drama colegial que me prendeu do começo ao fim e eu amei. Estou vendo um grande erro por aí a fora. As pessoas estão comparando BBF com The Heirs. Gente, os dramas são totalmente diferentes, digo TOTALMENTE diferentes. Tá, existem ricos e pobres, ok. Existe a moça pobre e o homem rico, mais uma vez ok.  Mas o tipo de abordagem é totalmente diferente. Aqui a gente visualiza o drama dos herdeiros...como o próprio nome já sugere. E neste drama a gente enxerga como jovens da mesma faixa etária, 18 anos, encaram a pressão de terem nascido em berços de ouro. Quem acha que essa vida é fácil e totalmente fácil...Bom, é fácil porque se tem muito dinheiro. Mas de que adianta se a felicidade é tão distante e quase inalcançável diante de interesses políticos, diante da disputa por ações e poder que sempre estão em primeiro lugar?! Como será que esses jovens se sentem diante das escolhas que são obrigados a fazer? Pegando exemplos de nossa vida, a gente sempre vê jovens que tem tudo na vida envolvidos com drogas...e a gente sempre comenta: "olha aí, eles tem tudo e ainda entram no mundo das drogas!". Bom, eu diria que The Heirs vem mostrar esse lado dos herdeiros de uma certa forma boa (podia ser mais pancadão e mais impactante, sabe? Ainda tem uma certa fantasia). É cada uma que eles tem que passar. É isso que leva a todo tipo de expressão (entenda-se por maneira de agir e pensar) de acordo com a personalidade de cada um e circunstâncias familiares, pessoais, etc que esses jovens vivem. 


  Sinopse: "The Heirs" conta a trajetória de privilegiados estudantes de elite,e como são preparados para assumir os impérios empresariais de suas famílias. Esses ricos estudantes parecem ter tudo sob controle,exceto suas vidas amorosas. Kim Tan é o herdeiro do Grupo Jeguk enviado para estudar nos EUA, mas na realidade é uma forma de exílio, um esquema de seu meio-irmão mais velho que quer assumir os negócios da família. Nos Estados Unidos, Kim Tan conhece Cha Eun Sang que chegou da Coréia em busca da sua irmã mais velha. Ele se sente atraído por ela, sem saber que ela é filha da governanta da sua casa. Quando sua noiva Ra Ae chega para levá-lo de volta á Coréia, o seu coração fica dividido entre o amor e o dever. Enquanto isso Young Do, o meio-irmão de Ra Ae se apaixona por Eun Sang. Quem disse que ser um estudante rico e bonito seria fácil?
  Claro que tive personagens super queridos no decorrer da história. Vou comentar a respeito deles de acordo com a minha ordem de preferência! Mas já adianto que deixarei, obrigatoriamente, por último o casal principal. Haha


Chan-Young e Lee Bo-Na: para mim, o casal mais fofo ever! Iria achar o máximo se isso se concretizasse na vida real. Chan Yong possuía a doçura e a meiguice necessárias para tolerar uma pessoa tão geniosa e com uma personalidade tão forte como a da Bo Na. E acabou que foi a combinação mais perfeita de todo o drama. <3'A forma como ele sabia lidar com ela, o jeito como a conhecia profundamente e aqueles olhinhos tão pequenos dizendo que a Bo Na era fofa me ganharam. E o que dizer da Bo Na...bom, me vi totalmente nela. haha. Chata e ciumenta, mas escondendo um grande coração. Para mim, não houve combinação mais perfeita em todo o drama. As cenas mais fofas, mais engraçadas, mais apaixonantes...foram protagonizadas por esses dois.! O casal mais fofo do ano todo.

Kim Won e Yoon Jae-Ho: Porque casais não são somente homem e mulher. Esse casal foi show. Adorei, sim, simplesmente adorei a relação de amor e ódio desses dois. Quer dizer, isso em relação principalmente ao Kim Won, porque o secretário Yoon definitivamente não se importava....ele era muito honesto e o melhor pai ever dessa história. Definitivamente o casal com mais química no drama todo (risos). Eles precisam se entender, afinal, ambos eram peças fundamentais dentro da empresa, mas Won tinha horas que não fazia questão de se entender com ninguém. De qualquer forma, ele acabou se apaixonando pelo secretário chefe...não tem pra onde correr! Esse não me engana de jeito nenhum. (risos) Brincadeiras a parte, devo dizer que fiquei encantada com a forma que essa amizade surgiu e cresceu.

Kim Won e Kim Tan: irmãos...quem nunca teve briguinhas chatas com seus irmãos que atire a primeira pedra! Bom, a relação desses dois era de fato complicada. Difícil de entender. Realmente difícil de compreender a posição de Won. Meu coração tentou a todo custo compreendê-lo. E quanto mais eu analisava, mais eu queria abraçá-lo e dizer: "vem cá neném, que coisa fofa!"Acredito que a ausência de uma figura de mãe mesmo, mãezona no caso...foi fundamental para todo o desenvolvimento desse comportamento arisco de Won em relação ao seu irmão. Bom, Kim Tan, coitado, que culpa tinha..ninguém tem culpa de ter nascido. Ele buscou e amou o seu irmão incondicionalmente. Por fim, este último foi de fundamental importância para sua redenção...claro, Won sempre amou o irmão mais novo...ele só se fazia de difícil digamos assim. <3'


Kim Won e Jeon Hyun-Joo: Porque todo drama do mundo é pouco. Gente, Kim Won realmente possuía um relacionamento sério com a empresa...e queria que a pobrezinha da Hyun-Joo fosse a amante (risos). Ele não teve a coragem que o Kim Tan teve pra segurar a mão dela e dizer: "Seja minha e eu serei seu!" (misturando os dramas pra dar um ar de graça huahauahauahua ~~ Lembram de Gu Family Book, não é?). Atavismo é de fato um negócio sério. É quase impossível quebrar essa magia do mal que a família carregava como cruz...a história se repetia e eles mal se deram conta. Se os irmão fossem mais unidos, e não foi por falta de procura do Tan, talvez eles tivessem unido forças para lutar com o lado sombrio da força e viver seus amores a mais tempo. Só que vai querer entender família..pense num negócio complicado. Não adianta tentar resolver os babados individualmente, afinal, o Chanceler Palpatine era macaco velho! Esses dois me deram tanto aperto no coração, mas tanto. Senti, por vezes, que Won admirava e  visualizava em Tan a coragem que ele não teve para atravessar todas as portas possíveis e inimagináveis para garantir a sua felicidade ao lado da garota que ele sempre amou. de qualquer modo, estou chateada pela pouca exploração no que diz respeito a esses dois. Os momentos em que eles e encontravam eram tão marcantes, mas foram tão poucos. De fato, aquilo que mais marcou...foi o que mais eles deixaram para lá. :/


Yoon Jae-Ho e Esther Lee: Outro casal que amei de paixão. O drama foca pouquíssimo no tipo de relação que os dois tem, porém ele te dá pistas suficiente para inferir que mais uma vez a riqueza falou mais alto. Ou seja, eles nunca se casariam ou ficariam juntos desde o princípio. Infelizmente. Eles tinham uma química e tanto; uma tensão sexual inegável ao encontro. O interessante em The Heirs é que você poderia pegar qualquer personagem secundário e tentar fazer uma história só pra eles. <3' Ain, o tio secretário era um sonho...sério!

Park Hee-Nam e Madame Han: Como eu disse anteriormente, não podemos falar de casais somente no que se refere a homem e mulher. u.u E esse casal em particular foi feito uma pra outra! HaHa. Madame Han com aquele comportamento infantil e tudo, mas só havia uma pessoa que realmente entendia seus sentimentos...uma pessoa capaz de chantageá-la em todas as circunstâncias...a mãe da Eun Sang.! A relação dessas duas foi épica. E nossa, que personagem esse da mãe da Eun Sang, viu! Muito difícil de ser feito. Mas foi incrível o poder de passar tudo que ela tinha pra passar sem dizer uma única palavra! Sua expressão já abstava, que atriz! <3'

Lee Hyo-Shin: personagem que eu tive uma extra pena. O garoto era bom, bonito e inteligente. Mas a mãe dele era louca. Tão louca que o kim tan recusou ir dormir na casa dele u.u Pessoas extremas causam medos extremos. E diante de tanta pressão familiar relacionada aos seus estudos, o carinha tentou até suicídio. Mas ainda assim ele ficou um pouco esquecido. Na minha humilde opinião deveriam ter mostrado mais sobre a história dele. Bom, é isso que eu acho interessante em The Heirs...ao assistir o drama, você percebe como cada adolescente tem uma própria maneira de tratar das suas crises existenciais. Cada um se expressa como acha que deve e claro, de acordo com as pressões internas e personalidade. Bom, essa Hyun-Joo era cobiçada por quase todas os homens do drama (exagero meu!). E mais uma vez...Bom, vocês entendem...

Kim Nam-Yoon: O rei do império do mal. O macaco velho. A representação do lado sombrio da força. A maior causa da infelicidade de ambos os filhos. O velho sozinho detonava os dois filhos e isso era engraçado, porque ele tinha o conhecimento de uma vida de negócios pra fazer isso e muito mais.Mas poxa, será que ele não podia confiar um pouco mais nos filhos? Para que conquistar mais galáxias quando você já tem o domínio de 95% delas. u.u' Enfim, prefiro fazer parte da plebe mesmo...é muito mais fácil a vida.  E é isso que a Eun Sang percebe..ela amadurece a idéia de que não devia nunca ter invejado este tipo de vida.

Young-Do: Personagem que eu pouco gostei e que cujo o ator se esforçou mais para querer passar os sentimentos pro público. Bom, Yong Do era um vítima, uma grande vitima de seu berço. Um cara de 18 (que parecia ter repetido o segundo ano pelo menos 6 vezes - coreanos, por favor, stop now) anos que precisava chamar a atenção para expressar sua raiva. O pai dele era o maior ordinário dessa história toda. Este último, de fato, o pior pai das galáxias do universo todo (que exagero!). Enfim, eu não fui capaz de culpar o Yong Do pela sua falta de educação e jeito imbecil de ser. Essa era a forma que ele arranjou de se expressar diante de seus conflitos familiares...diga-se de passagem bem tensos. Muita gente simpatizou com ele e eu não entendo. Minto, talvez por ele ter sido o bad boy da história e o mal compreendido, e etc, etc etc. (minha simpatia só veio do episódio 17 em diante.. quando ele começou a amadurecer de fato, e o primeiro amor faz isso). Aos 40 do segundo tempo, ele conseguiu a sua redenção. Devo adimitir também que ele tinha as melhores frases, as mais realistas no caso. O medo, a vergonha, a raiva nos faz ter de fato atitudes extremas e avassaladoras. Como eu já disse, não o culpo de ter sido assim. Mas o Kim Tan era o garotinho bom *o* que se eu fosse escolher para casar, seria ele sem sombra de dúvidas, porque eu adoro garotos bons e comportados. My Personal taste, meus caros.



Rachel Yoo: Personagem tipicamente rica e mimada que me lembrou de fato a Blair no seu início em Gossip Girl, só faltou a tiara. (Depois, Blair se tornou a queridinha do Upper East Side, mas isso não chegou a acontecer com a Rachel). Bom, essa era outra que tinha que lidar com sua mãe, cujo o principal objetivo era fortalecer o seu império. Mais uma vez, os filhos pagam pelos pais. E... mais uma vez, atitudes ridículas associadas a comportamentos idiotas se manifestam como uma força de expressão de seus sentimentos e sua incapacidade de controlar sua raiva. Claro que ela faria os mais pobres pagarem. Só me incomodou a mesma expressão que ela tinha o tempo inteiro. Mas, suponhamos que tenha sido proposital. A sensação que eu tive é que deixaram esta personagem MUITAS, mas muitas vezes de lado...os sentimentos dela foram pouco explorados.


Jo Myung-Soo : Alguém tem que ser responsável pela comédia quando o clima está TENSO! Myung Soo só me fez pensar em incensos (risos ~~ piada idiota porque ele fez Nine~~). Bom, ele era o único que realmente parecia um colegial....E mais do que isso, ele era tão fofo que eu tinha uma vontade enorme de apertar. Principalmente quando ele soltava digamos...a franga! Ele também expressava sua 'revolta' como podia.
Kim Tan não tinha a menor noção do perigo. Ele achava que ele e somente ele era suficiente pra proteger Eun Sang, achava que somente ele estava se arriscando em viver aquele amor, mas pera lá Kim Tan...você não ia deixar de ser herdeiro se não pudesse ficar com a mocinha. Você ia continuar sendo rico, tendo 23132065165 de ações. Para ele era muito fácil se arriscar. Mas ele não via o lado dela. A filha da empregada. tendo a mãe naquelas condições que tipo de vida elas poderiam levar expulsas daquela casa?! Para mim, esse foi o pior aspecto em Kim Tan. Jovens... De qualquer forma, o que mais odiei nele, foi a sua maior virtude e o que fez dele diferente do irmão. Sim, ele teve a coragem pra arriscar tudo pelo amor...a coragem que faltou no irmão dele. Tirando isso, eu gostei demais do personagem dele. Nada de bad boy, nada de implicar, nada de chamar a atenção... ele foi ele mesmo o tempo todo, mostrou a sua verdade o drama inteiro. Ele não precisava fingir, ou ser bruto, ou descontar sua raiva de outras formas...eu diria que ele foi o que mais soube lidar com o 'berço', se caracterizando como o mais sensato. Achei isso bastante surpreendente, porque geralmente o personagem principal é como o Yong Do e não como o Kim Tan. De qualquer forma, ele teve seu ataque de fúria aos 45 do segundo tempo, para não deixar passar em branco a adolescência. Lee Minho cumpriu a sua missão de fato, e em certos momentos, eu percebi o toque 'lee minho' na personagem. Acho que ele teve uma certa liberdade pra fazer isso. E eu apoio essa idéia.. Eu também acho que esse cabelo desfavorece qualquer expressão...limita nossa visão das sobrancelhas e linhas de expressão. Ah, outra pequena obervação seria: ele tá muito, mas muito gato nesse drama, omg *o*
Eun Sang: Shin Hye vem apresentando ao longo de sua carreira um mesmo tipo de expressão de choro e isso cansa. se bem que eu nem achei que ela chorou rios e rios como falaram. Desculpem-me os fãs dela, mas é verdade. Não é recalque, pelo amor de Deus, não preciso disso '-'. Ela é bonita? Sim. Ela canta bem? Sim. Ela tem belas pernas? Com certeza. Ela dança bem? Absolutamente. Ela atua bem?! Ereeerrr...Para mim, que não sou sua fã, eu apenas a vejo como uma atriz que faz escolhas ruins e não é versátil. :/ Você acaba por não ver surpresas...É somente aquilo que você já esperava. É como o DEUSO Siwon. Poxa cara, ele sempre faz a mesma coisa. Claro, você acaba vendo só por ele, mas como é que eu sei se ele é capaz de fazer algo diferente? Como se eu nunca vi? Dessa forma, eu não posso julgá-la nem como boa nem como má atriz. Eu acredito que os coreanos não querem deixar esse ar de pureza se extinguir dela, quando na verdade eles tem um falso pudor de dar dó. Deixem a menina mostrar a Miley Cyrus que tem dentro dela. Eu torço é pra que quebre minha cara um dia com uma grande e fabulosa interpretação sua, mas até que esse dia chegue vou continuar achando a mesma coisa. Espero que não fiquem com raiva de minha opinião, porque da mesma forma que a expressei, e a estou expressando respeitosamente diga-se de passagem, vocês poderão estar expressando a de vocês.  No começo, eu achei que ela poderia ter feito da personagem Eun Sang mais forte..ela deveria ter se entregado mais, ter passado mais verdade, ser mais espontânea. Bom, a meu ver, isso não aconteceu. Mas, entre os episódios 10 e 15, diga-se de passagem os melhores episódios de sua atuação e melhores episódios da atitude da personagem, ela me surpreendeu um pouco. Percebidamente, me vi com sentimentos antagônicos em relação à sua atuação. O que eu percebi foi que a química melhorou e ela evoluiu no decorrer do drama. Não me senti tão enfadada com suas expressões. Acabei por concluir que esse personagem fez bem para ela por ser de longe o mais "diferente" que ela fez. Afinal, Eun Sang tinha personalidade. Falando de outros pontos positivos da personagem, eu diria que ela tinha os pés no chão. Ela sabia exatamente o que ia acontecer se assumisse o seu compromisso com Tan! Ela sabia que sua história não seria um conto de fadas. Diferentemente de muitos personagens por aí, ela odiava ser pobre kkkk. Isso foi uma surpresa, porque geralmente constroem esse tipo de personagem idealizados que aceitam a condição de ser pobre, que acham a vida dura, mas que não reclamam e choram por causa disso. Se eu a pudesse comparar com algum personagem já existente, a compararia com a Jenna de gossip girl. Só que numa versão menos rebelde.


Em relação aos beijos. Bom, o publico gosta de beijões? Claro e evidentemente. Não vamos ser hipócritas. Num drama desses, seria legal uma cena ou outra mais intensa.? Claro, quem não gostaria? Mas não fez falta não. E tem dramas que realmente não fazem falta. Assisti Summer Scent todinho sem nenhum beijo e é um dos melhores dramas da minha vida inteira. Claro que eu, uma pessoa que sempre reclama de tudo, vou procurar do que reclamar em TUDO, tudo mesmo. Então, sempre estarei reclamando de beijos de dramas por aí independentemente de qualquer coisa...e dessas atrizes que não abrem a boca nem pra tirar uma casquinha de uns homenzarrões desses ( tô falando no geral, antes que me condenem). Aiiigo...vou mostrar pra todas elas a melhor cena de beijo do ano em Heartless City. Vamos jogar o falso puritanismo no lixo na hora de dar um beijão, vamos? huahauahauah Até que o Minho se esforçou nesse drama huahauhauahauahauahu quem me dera tá lá pra tirar uma mega cascona dele <3' Até ela me surpreendeu um pouco, abrindo ligeiramente a boca pra beijar esse Deus grego. 




  No geral, eu classificaria The Heirs como um drama bom. Para mim, os personagens secundários foram mais cativantes que o casal principal. Claramente mais cativantes. (PARA MIM, que fique bem claro \o/). E cada personagem secundário tinha um brilho diferente, um brilho que eu gostaria que tivesse sido explorado mais, um brilho que ficou esquecido por vezes. A verdade é que não souberam aproveitar :/. É como colocar 3203515 personagens diferentes e não dar conta de todos eles. Aí quando chega no final, eles empurram qualquer coisa para acontecer com eles. Vi as pessoas surtando loucamente com o casal principal, e fazendo uma análise da minha conduta, eu sinceramente só conseguia falar da Bo Na, do Chan Yong, da mãe da Eun Sang, do Secretário e do irmão do Kim Tan. Acredito que porque a forma como o romance dos protagonistas se desenvolveu foi o mais clichê do drama todo. Eu ia até evitar falar dos clichês, porque eu não critico os clichês desse drama. Eu até evito falar de clichês porque é uma palavra banalizada e utilizada de forma errada. A própria utilização dela é um clichê. É mais como se o romance deles e a forma pela qual ele se desenvolveu não tivesse sido nenhuma surpresa. Mas não foi de todo ruim. Inovações são sempre bem vindas. Acredito que 20 episódios foi um número demasiado de episódios. Cheguei no 18 com uma sensação de 'enrolação', porque não havia mais nada para acontecer...mas então resolveram fazer com que algo surgisse. Mas poderia ter acabado ali, sinceramente falando. Como eu disse, gostei muito do Kim Tan...porque geralmente os personagens como ele é que ficam chupando o dedo no final e dessa vez o drama foi em cima do cara que sempre fica chupando o dedo; aquele que sacrifica tudo, o que é o amigo, o que é o companheiro. Eun Sang não foi de todo mal, mas confesso que gostei dela nos momentos mais terminais do drama. Ah, pela primeira vez o melhor amigo não se apaixonada pela personagem principal...achei isso iradíssimo. Glórias e louvores sejam dados. Por fim, ressaltando mais uma vez, The Heirs foi um drama bom, mas gente, por favor, está a 22065561616069131516 anos luz de ser considerado o melhor do ano '-'. Acho que só pelo fato de eu ter assistido e não ter criticado tanto, minhas amigas Luh, Ana, Alayana, Karen e Daniela estão muito, mas muito felizes. hahahaha

  
Agora o espaço abaixo é com vocês.! Espero que comentem :) Curtam nossa página no facebook AQUI. O download pode ser feito no Meteor Dramas.
Posted by Cecília On 01:34 25 comments READ FULL POST

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

  Todo mundo sabe que há pelo menos 531230651651 motivos para se amar o Studio Ghibli. E há outras 531350351651 de razões pra se amar o tão aclamado Hayao Miyazaki. Lançado em 2004, O Castelo Animado concorreu ao Oscar (mas eles não iam dar duas vezes pra uma animação que não fosse deles --'). Faz um tempinho que só trago doramas e mais doramas, não é? Hoje eu vim falar desta animação que se tornou, para mim, a mais querida de todas as histórias desenhadas pelas mãos do vovô Miyazaki! Sim, boa parte da produção foi desenhada pelas mãos do vovô Miyazaki! A história é adaptada do romance de fantasia da escritora britânica Diana Wynne Jones e foi um avassalador sucesso no Japão, onde as obras do diretor são reverenciadas e não param de se superar. É de filmes como este que a nossa criançada precisa! Vamos aos comentários?

Sinopse: Sophie acha que seu destino é continuar com a chapelaria da família e não tem ambições. Certo dia quando saiu para visitar sua irmã Lettie ela é importunada por alguns oficiais do exército mas é salva por um bonito jovem.
  Mas isso atrai a atenção da Bruxa do Nada (Bruxa das terras desoladas na versão brasileira) que lança-lhe um feitiço que transforma-a numa velha. Ela decide sair de casa em busca de um modo de quebrar a maldição, mas não sabe para onde ir.

Ela liberta o espantalho enfeitiçado Cabeça de Nabo que a ajuda levando até ela o castelo de Howl. Lá ela encontra o demônio de fogo Calcifer que propõe quebrar seu feitiço desde que ela quebre o contrato que o prende ao mago.

  Pela manhã ela descobre que o jovem que a havia ajudado é Howl e, quando este pergunta-lhe quem ela é, Sophie diz que é a nova faxineira, pois o castelo é o lugar mais sujo em que já esteve! O aprendiz Markl até achou isso tudo meio suspeito, mas Howl não diz nada contra.

A situação piora pois com o desaparecimento do príncipe do reino vizinho os reinos entram em guerra e Howl é convocado para lutar por seu rei e por sua antiga mestra Madame Suliman. Mas Howl não é alguém que aceita ordens facilmente.


As personagens femininas de Miyazaki são as mais fortes que já vi, mesmo sendo tão jovens. E eu simplesmente amo o fato dele sempre escolher mulheres como protagonistas. Não podemos esquecer de forma alguma as fascinantes criaturas e belíssimos cenários surrealistas presentes na animação. Esta animação representa um manifesto contra a guerra. Mas a guerra é um símbolo tanto literal quanto metafórico. E, apesar de tratar de um assunto tão sério, o vovô Miyazaki arranja um espaço todo especial para nos apresentar doses de bom humor. Impossível não assistir este filme sorrindo o tempo todo.

Devo dizer que O Castelo Animado é uma obra de arte. Uma obra de arte sobre o amor, sobre o redescobrimento de si mesmo. De fato, é difícil aceitar o que realmente somos, entender a nossa individualidade. Sofia, por exemplo, vive em um mundo onde a beleza é de fato importante. Não possuindo tal atributo, e diante do feitiço que carrega, ela se vê obrigada a  fugir daquele meio, descobrir um novo horizonte, fugir daquela monotonia e superficialidade da vaidade e descobrir o seu verdadeiro caráter. É aí que começa uma viagem sobre redescobertas e mudanças inesquecível.

  Vamos agora conhecer um pouco mais sobre os personagens que tanto amei. Sim, cada personagem é amado de uma forma incrível. Cada personagem tem um dom incrível de te marcar profunda e inesquecivelmente. Para mim, personagens completos, apaixonantes e inesquecíveis da histórias das animações.
Sofia: Estava resignada a trabalhar para sempre na sem graça chapelaria da família, mas seu destino muda ao conhecer o mago Howl. Por ciúme a Bruxa das terras abandonadas a transforma em uma velha e Sophie sai de casa para arranjar um modo de quebrar a maldição. Inesperadamente acaba indo ao castelo de Howl e ao ver a bagunça do lugar contrata a si mesma como faxineira do castelo. Durante o filme, vê-se que se torna mais jovem, por ter sentimentos pelo Howl. Sophie apaixona-se por ele.




Howl: O mestre do castelo. É um bonito mago que usa diversos nomes para despistar a perseguição da Bruxa das terras abandonadas. Ele se recusa a trabalhar para o rei na guerra, mas sua mestra Madame Suliman não desiste fácil. Dizem os boatos que ele rouba os corações das belas moças para devorá-los! Durante o filme apaixona-se por Sophie e sabe da sua maldição.
Bruxa do Nada (Bruxa das terras abandonadas): Uma velha arrogante e possessiva, persegue Howl para se apoderar de seu coração. Foi banida para as terras desoladas (terras abandonadas) a 50 anos atrás e desde então sonha em voltar para a corte. Quando a Madame Suliman retira-lhe os poderes, esta começa a viver no Castelo do Howl.

Calcifer: É o demônio do fogo que vive na lareira do castelo de Howl e o movimenta com sua magia. Ele faz um acordo com Sofia. Se ela quebrar a maldição que o prende a Howl ele quebraria a maldição que a Bruxa das terras abandonadas jogou nela. Ele também ajuda Sofia com serviços domésticos como cozinhar pois se não o fizer Sofia ameaça-o de jogar um balde de água, porém ela é bondosa demais para fazer isso com ele.

Markl: Menino que mora no castelo. É aprendiz de Howl. Durante o começo do filme desconfia de Sophie, mas depois começou a adorá-la.

Madame Suliman: Suliman é Maga de Sua Majestade, foi mestra de Howl e quer que ele seja seu sucessor.



Heen: Um cachorro velho que começou a acompanhar Sofia a toda parte a pedido de Madame Suliman.






Cabeça de Nabo: Um espantalho enfeitiçado que após ser ajudado por Sofia fica agradecido e a ajuda várias vezes. No final do filme descobre-se que é o príncipe do reino vizinho.









A animação pode ser vista no aniTube (dubçlada), baixada no Asian Team e através do torrent. Não esqueçam de curtir a nossa página no FACEBOOK (CLIQUE AQUI) e deixar um super comentário pra mim do que vocês acharam sobre a resenha :) Até a próxima!
Posted by Cecília On 23:10 12 comments READ FULL POST

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Galera, antes de mais nada gostaria de desejar um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo! Que muitos dramas novos, animes e muito mais venham fazer parte do nosso 2014! E meu presente de final de ano para vocês é um post maravilindo sobre Gu Family Book. Vamos aos comentários?


Sinopse: Um melodrama épico sobre a grande quantidade de problemas de Choi Kang Chi, que nasceu como um meio-humano/meio-criatura mítica, que por fim se torna humano e uma história de sua viagem para viver como ser humano mais do que qualquer outra pessoa. Seo Yoon Hwa e o Deus guardião das montanhas Jiri, Gu Wal Ryung, se apaixonam, mas devido à armadilha de seus inimigos, o status de família Yoon cai em ruínas. Enquanto Seo Yoon Hwa estava fugindo com sua empregada, ela recebe a notícia de que Gu Wal Ryung tinha desaparecido depois de um acidente. Sentindo-se incapaz de criar seu filho enquanto escapava, ela o coloca para descer o rio em uma cesta na esperança de que alguém possa criá-lo. Choi Kang Chi foi criado pela família Choi, após ter sido retirado do rio. Kang Chi é uma pessoa sincera e cheio de curiosidade. Ele percebe que é um meio-humano/meio-criatura através de um certo incidente e começa a viver a sua segunda vida. Dam Yeo Wool é uma mestre das artes marciais e tiro com arco. Dam Yeo Wool  tem um caráter reto que realmente valoriza as três lições e cinco relações no confucionismo, torna-se uma instrutora de artes marciais em uma idade jovem.

Eu tive um grande receio de começar a assistir este drama principalmente por causa do ator principal. Sim, eu não vou muito com a cara do Lee Seung-Gi, mas deixei minhas implicâncias de lado, e em meio a tantos incentivos de amigos próximos, onde eles falavam que eu deveria assistir este drama o quanto antes, eu acabei assistindo. A moral disso tudo é que eu estava perdendo uma história realmente fabulosa. Arrependi-me de não tê-lo visto a mais tempo. Arrependimentos à parte, necessito dizer-lhes porque vocês PRECISAM assistir Gu Familý Book. Não deixem para assistir depois o que vocês poderiam ter assistido para ontem. Gu Familý Book é uma história sensacional, com o bandido mais ASQUEROSO, SALAFRÁRIO, MALVADO E REPUGNANTE do ano.

Então, a história começa com os pais do nosso personagem principal: a fortíssima Yoon Seo-Hwa e o ser mítico Koo Wol-Ryung. Para vocês terem noção, o nível de maldade do nosso queridíssimo bandido atravessa duas gerações, começando pela família Yoon. Ele acusa o pai da família de traição e todo mundo cai em ruínas. O filho é vendido como escravo e a filha é vendida como uma prostituta do estado. E claro que o nosso bandido queria desfrutar dos prazeres da carne com a belíssima flor jovem que era Seo-Hwa. E, logicamente, diante de toda nobreza e honra de Seo-Hwa, ela não daria o gostinho que o bandidão queria provar e foge rumo à floresta onde conhece o gumiho pai: o bonitão Koo Wol-Ryung, que depois passa a huscar a jóia de quatro almas, digo o livro da família Gu, que o tornaria humano e o permitiria viver ao lado de sua amada como um mortal. Então eles começam a viver juntos. Acontece que  Koo Wol-Ryung omite alguns fatos para Seo-Hwa e isso faz com que ela se sinta traída e o entregue para as 'autoridades' (corrompidas altoridades!). Não a culpo pelo fato de ela o ter entregado, pois Seo-Hwa viveu em uma rede de mentiras e traição. Ela era jovem e não sabia o que pensar. Dessa forma, o nosso gumiho pai, que não poderia mostrar sua forma mítica aos humanos por pelo menos 100 dias, quebra o ritual e uma maldição que o faria um demônio de mil anos se instala e ele então adormece. O que Seo-Hwa não sabia é que estava gravidíssima, então, o caçador da branca de neve mente para a madrasta má, que pedira para que ele arrancasse seu coração, e diz para que ela se esconda na floresta na casa dos sete anões, brincadeira gente, não há sete anões na história. Então a sofrida Seo-Hwa fica escondida até dar à luz. Ela sabe que não poderia viver em paz, portanto ela coloca o bebêzinho numa cestinha sobre o rio e espera que alguém o encontre e crie como seu filho. É, bem parecido com a história de Moisés mesmo. Devo dizer que os atores são fantásticos em suas interpretações nesta primeira fase. Fantásticos de fato! Emocionei-me profundamente com cada expressão, cada cena, com cada olhar, com cada sentimento.

Essa pequena história dos dois que lhes contei no parágrafo anterior, serve para introduzir o nosso personagem principal: Kang Chi. Um nobre o encontrou e passou a criá-lo como seu filho. Não posso esquecer-me de dizer que na floresta, junto com o gumiho pai, vivia um monge, um monge muito sábio e cheio de profecias. Ela alerta o nobre que se ele criar o menino grandes riquezas ele o trará. Então, o monge pede que ele seja criado até os 20 anos por este nobre nobre (a intenção é realmente repetir a palavra!). O monge coloca sobre o braço da criança uma pulseira e alerta que o velho nobre nunca a retire. Pulseira que na verdade controlaria o lado mítico do meio-humano Kang-Chi. De fato, o velho nobre torna-se riquíssimo e passa a ter um empreendimento: A Pousada Centenária. Não posso esquecer de falar que quem assumiu de fato a paternidade foi um criado chamado de Choi. Personagem fundamental e marcante.

Este velho nobre era uma coisa de tão nobre. Gente, o velho era de uma simplicidade e amor para com Kang Chi inestimável. Diferentemente da mulher do velho nobre, que sempre o enxergou como um empecilho e nunca gostou dele. Bom, madrastas... O velho nobre possuía dois filhos: Tae-Seo e Chung-Jo. Nosso queridíssimo Kang Chi era mega apaixonado pela Chung-Jo. Ela se caracteriza como seu primeiro amor. Só que, logicamente, a madrasta má não deixava que ele chegasse perto de sua filha, principalmente por causa da sua origem não nobre.Como eu disse antes..madrastas...

A Pousada Centenária do velho nobre prosperava. Ela fazia parte da província do sul. E é aí que nosso estimado bandido entra novamente na história. Jo Gwan-Woong, agora aposentado, politicamente falando e não de suas maldades, estava a vender informações secretas para os japoneses relacionadas ao país e estes o prometeram que, assim, o dariam todo o governo da província do sul. Dessa forma, ele causou uma série de derramamento de sangue até chegar na pousada centenária, onde ele gostaria de também estabelecer o seu domínio. Só que lá as coisas não foram tão simples. Mas, adivinhe só: através da mesma rede de mentiras que provocara uma vez o declínio da família Yoon, ele usara  mais uma vez para enquadrar toda a família do velho nobre. E mais uma vez a filha foi vendida como prostituta do estado e o filho como escravo, na verdade ele ia ser morto mesmo, mas conseguiu escapar. O velho nobre fazia parte da aliança rebelde (sim, uma coisa bem Star Wars) e nessa aliança relbede um dos líderes era quem? O velho caçador da branca de neve, agora pai da Suzy, ou se preferirem, Dam Yeo-Wool. A partir daí, a aliança rebelde cresce coordenada pelo líder da marinha, Lee Soon-Shin, contra o velho e desgraçado Jo Gwan-Woong.

Falando especificamente dos personagens da segunda fase agora, gostaria de começar falando de Kang Chi. Ele era o típico Inuyasha. Brigão, falador, incontrolável, bobalhão e imaturo. Vocês já podem imaginar que a pulseira que o controlaria até os 20 anos foi retirada antes do tempo e visualizem só: seu lado mítico foi revelado. No começo ele era incapaz de controlá-lo. Dessa forma, ele ainda conseguiu matar pelo menos uma duzia de pessoas. Através de algumas vivências e pessoas importantes com ensimnamentos importantes, ele foi capaz de tornar-se um ser humano melhor, mais maduro e mais responsável, como também capaz de controlar esse seu lado mítico. Por causa da minha implicância com o ator que o interpreta, eu fui deixando o drama de lado, e de lado, e de lado...até que resolvi a assistir. Mas, devo dizer que ele até que me surpreendeu. Está bem, ele me surpreendeu. 

Isso não teria sido possível sem ajuda da Senhor Dam. Senhor Dam, pois devido as roupas de guerreira ele achava que ela fosse ele. E adivinhem só... a semente do segundo amor foi brotando pouco a pouco. A Suzy cumpriu o seu papel como Dam Yeo-Wool. Através de sua teimosia, ela não evitou o seu futuro e decidiu viver um romance com Kang Chi mesmo sabendo dos perigos, e porque não dizer atentados à sua vida, que ela estaria exposta ao se arriscar ao lado dele. Mas, se vocês pudessem escolher meus caros leitores... escolheriam viver 100 anos sem amor ou 10 dias com amor? Devo dizer que esse romance foi tudo de bom. Bem gostoso de vê-lo se desenvolvendo. A Suzy é um diamante bruto ainda eu diria, tem muito o que praticar e aprender como atriz, mas ela foi realmente uma fofa ao interpretar Dam Yeo-Wool. Sua teimosia era algo que me tirava do sério, mas era uma característica de fato intrínseca dela. 


Ela tinha um amiguinho que era apaixonado por ela. Este era o Gon. Gon não falava muito, mas sua presença era bem marcante. Ele também era um guerreiro bem habilidoso. Ele não media esforços para proteger a sua irmandade de rebeldes.

Park Chung-Jo, a filha do velho nobre, era vista aos olhos do bandidão, Jo Gwan-Woong, como Seo-Hwa. Vendida como prostituta do estado, sim, ele tentaria mais uma vez ter o que ela não conseguira outrora. Para mim, Park Chung-Jo, deveria ser aquela que daria a golpe de misericórdia em Jo Gwan-Woong desde o princípio. O que ela sofreu nas mãos deste carrasco não está escrito. Nesse ponto, a história se repetiu um pouco. Claro que propositalmente. Podemos ver um certo atavismo nisso tudo. Park Chung-Jo foi uma personagem intensa e de fato muito, mas muito marcante. Suas expressões eram capazes de me arrepiar por completo. A atriz Lee Yoo-Bi foi de fato mais intensa que a Suzy. Foi melhor atriz em todos os aspectos. Só que digamos que para não encobrir o brilho da artista da história, ela ficou por vezes esquecida em alguns momentos. Park Chung-Jo aceitou sua condição e permaneceu viva. Que personagem meus caros, que personagem. 

Já com o irmão dela, Park Tae-Seo, eu tinha uma relação de amor e ódio. Eu não sabia se ele era traidor, se ele não era. O fato é que ele fez de tudo para tentar proteger sua irmã. Mas, quem realmente acabava protegido era ele. Implicâncias à parte com a personagem, devo dizer que ele se tornou peça fundamental no decorrer dos episódios. 

Dam Pyeong-Joon era o velho caçador de outrora. Como eu já falei, ele era o pai de Dam Yeo-Wool. E um dos rebeldes contra o mal. De início, eu o achava um grande ponto de interrogação. Não fazia idéia da importância que ele iria adquirir no decorrer da história. De fato, aprendi a respeitá-lo como mestre, como pessoa e como pai.

Jo Gwan-Woong pode ser considerado o bandido do ano. Sua tirania foi longe, meus caros. Fazia tempo que eu não via um nível de maldade tão grande em uma personagem. Ele tinha uma voz e comportamento  extremamente marcantes. Jo Gwan-Woong deve ter sido aquelas crianças tipicamente invejosas na infância. Ele deve ter crescido num ambiente familiar totalmente desestruturado. A criatura, e porque não dizer verdadeiro monstro da história, era de uma maldade sem igual. Ele não media esforços para ter o que queria. Mas, será que tanto poder era capaz de suprir também a sua solidão? Acho que não, meus caros. Jo Gwan-Woong foi um bandido que eu mesma gostaria de ter matado. E bandido bom é bandido bem interpretado. São esses que matam a gente de raiva, não é verdade? Jo Gwan-Woong tinha um capataz, um guarda-costas, que eu quase odiei mais. Ele era a típica "rapariga" de Jo Gwan-Woong. O cara era de uma lealdade para com ele impressionante e maléfica. 


Cheon Soo-Ryun era a cafetina de cabaré mais massa que eu já conheci. Ela tinha uma vivência e experiência que deixava qualquer prostitutinha nova de boca aberta. Ela era uma mulher forte e destemida. Ela protagonizou algumas cenas que se tornaram minhas prediletas. Concluindo, ela foi fantástica em todos os sentidos da palavra. 

Gente, eu achei essa história uma mistura de várias histórias que eu li/assisti. Isso só serviu para fazer com Gu Family Book brilhasse e se exaltasse ainda mais. Sim, foi um dos melhores dramas do ano! A OST do drama foi fabulosa e arrepiante. O download pode ser feito no Dramas Épicos. Espero que tenham gostado do post e comentem bastante.




beijo do ano, hahahah

Sem contar que há uma cena totalmente Star Wars. Hahahah "Luke, I'm your Father!"




Posted by Cecília On 10:23 9 comments READ FULL POST
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