quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

   Olá Galerinha, faz tempo que não trago uma resenha de drama pra vocês! Hoje eu trouxe Nice Guy e bom, não há como falar de um drama desses sem dar spoiler, poucos eu garanto, nada muito comprometedor. Gostaria de agradecer à Felícia Meloni pela indicação.  Há muita coisa que merece ser comentada. :) Vamos lá? 

                    

  Sinopse: Ma Roo faria tudo por Jae Hee, o grande amor de sua vida. Porém, Jae Hee usa da confiança de Ma Roo para acusa-lo de um crime qual ela cometeu. Passou-se o tempo, casa-se com um homem mais velho e rico para escapar de sua vida pobre. Devastado pela traição, Ma Roo agora é outro tipo de homem. Agora um aluno promissor de medicina, trabalha como garçom e michê, usa as mulheres para conseguir o que quer. Até conhecer a filha do novo marido de Jae Hee, percebe que pode usá-la na sua vingança contra seu ex-amor, machucá-la o tanto quanto ela fez com ele.



   A abertura de Nice Guy é bastante interessante: um relógio que corre contra o tempo e tudo depende de você, ele está nas suas mãos. E o drama realmente foi uma corrida contra o tempo em vários sentidos. Nice Guy, pra mim, é uma espécie de desejo e reparação e não vingança. Soa mais como uma tentativa de vingança: há pessoas tão boas e inocentes que não são capazes de tal ato. Ma Roo até que tentou colocar um plano em prática, executá-lo, porém ele tinha um coração bom. Ele acabou se arrependendo antes que maiores danos pudessem ocorrer, porém o mal já estava feito e os danos foram tantos que ele sentiu a necessidade de repará-los. Pra mim, The Innocent Man é claramente dividido em duas fases: a fase que ele tenta por seu plano prática e a fase das consequências desse plano.


  Meu caso de amor e ódio com o Ma Roo foi um tanto cômico. Ele realmente era um cara bonito, inteligente, atraente, porém totalmente inocente. Esse 'inocente' do título cabe a ele em vários sentidos. Havia horas que eu realmente queria matá-lo. Hesitar tantas vezes em relação a mulher que estragou a sua vida não é normal, poxa! Havia horas em que ele realmente fazia coisas coerentes, com sentido, o que me levava a pensar: agora vai! Mas não, Nice Guy foi uma tentativa de vingança mesmo. Ele começou a colocar um plano em prática que envolvia outra pessoa inocente, que não tinha nada a ver com seu rancor. No começo, para ele os meios não importavam, mas quando o seu coração muda aí é diferente, porém, quase sempre, o mal já está feito e ele mesmo o tinha feito e de uma forma que magoaria até a pessoa mais frívola desse mundo. Mas o que realmente me chateava era ter que vê-lo sempre se sacrificando, sempre sofrendo, sempre sendo otário. Mas aos poucos ele foi melhorando, sabe?


  Pronto. Vos apresento Eun Gi. Nossa, eu realmente gostava de vê-la entrando em cena. Adorava seus surtos psicóticos. Odeio dramas em que as mocinhas são lindas, puras, boazinhas demais, etc. Eu achei que Eun Gi possuía a "marra" que eu estava sentindo falta de presenciar em mais protagonistas femininas. Mas, por mais que a Eun Gi fosse marrenta, brigona, arrogante e aparentemente inabalável, quem conseguiria resistir ao charme do Kang Ma Roo? Ninguém! Então, essa meio que acabou sendo sua dasgraça, mas achei que no começo ela reagiu super bem, procurou realmente saber dele o que estava acontecendo quando foi descobrindo a verdade. Ele foi quem realmente vacilou. Eun Gi foi uma grande vítima nessa história, por vezes, até mais que o Kang Ma Roo. Bom, no mais, ela perdeu realmente a cabeça, em vários sentidos da expressão, ao longo desse drama. Ela também me deixou confusa quanto a algumas de suas atitudes. Mas na verdade, tudo aconteceu ao mesmo tempo na vida dessa jovem, eu não a culpo.


  Olha, eu não vou mentir, no começo eu não entendi bulhunfas: afinal de contas por que o Ma Roo iria se vingar de alguma coisa se na verdade ele quem foi o retardado? Bom, Essa é Jae Hee eu eu acredito tê-la subestimado. Ela se mostrou uma vaca. Então eu pensei: agora sim ele pode se vingar! Mas antes não! Para que? Para mim, ele não tinha motivos. Ele ia ter que viver com a burrice dele. Foi aí que ela colocou as asinhas de fora, mostrou sua verdadeira personalidade. Então, eu adorava, realmente adorava vê-la perturbada se achando a mulher alfa dessa história e ao mesmo tempo sendo desprezada aos poucos pelo Ma Roo. Ela se sentia realmente pisada e humilhada quando o Ma Roo se mostrava afetivo em relação à Eun Gi. E quando ela os pegou no flagra, nossa, a melhor cena! É verdade que o Ma Roo hesitou muito no começo, e eu me perguntava até quando. Mas ele se cansou, viu que não tinha salvação para essa cobra, abandonou de vez os sentimentos que ainda nutria e se agarrou ao que realmente interessava: a reparação. Jae Hee poderia ter ganhado muito mais se nunca houvesse saído do lado de Ma Roo. Mas não, ela foi imediatista, idiota e burra. Não era à toa que ele questionou e jogou em sua cara um par de vezes o quanto seu QI não se comparava ao dele e o quanto ele esperava que ela fosse mais inteligente (risos).



  O Advogado Park era muito fofo, mas tenho que confessar que ele me decepcionou um pouco como advogado. Onde estava o conhecimento de mundo deste ser? Ele era muito ingênuo para um advogado, imaturo. Enquanto ele estava tentando resolver alguma coisa, o idiota do Ahn Min-Young estava anos luz à sua frente. E este último se achava o "macho" da Jae Hee, ô personagenzinho sem graça viu. Totalmente inexpressivo e idiota. E o pior de tudo, é pensar que realmente existem pessoas assim. 



  Sempre há aqueles personagens que são hipoteticamente pra encher linguiça, mas dessa vez foi totalmente o contrário. Os momentos entre a Cho ko e Jae-Gil eram os únicos que me faziam verdadeiramente rir. Eles fizeram um casal sensacional, totalmente fora do comum! Uns amores! Havia horas em que eu clamava por uma dose desses dois <3' Eles foram lindos, sem mais.


  Ah, não podemos esquecer do irmão de Jae Hee. Ele era um tanto quando sexy, não consegui achá-lo feio. >.< Mas ô personagenzinho peçonhento. 






  É, Kang ma Roo beijou muito nesse drama. Ele se entregou. Pra valer mesmo. Agora qual o problema dessas mulheres que não abrem a boca? o.O
  No mais, eu achei a ost maravilhosa, realmente apaixonante. Bom, quanto ao final...o que vocês esperam de um drama de vingança? Deixarei o mistério.
  O que eu posso dizer pra vocês é que estou contente com esta história. Foi diferente do que eu imaginava do começo ao fim. Acho que por isso eu gostei tanto. Você traça uma possibilidade para as próximas cenas e acontecem coisas totalmente diferentes do que você pensou e você fica literalmente de cara. É um drama cheio de reviravoltas. Eu fiquei bem surpresa com tudo o que acontecia, apesar de achar que foram deixadas algumas, bem poucas mesmo, pontas soltas. Mas estas acabaram sendo imperceptíveis diante da sensação que este drama me causou, diante da sua grandiosidade em si. O download pode ser feito no Yo Dramas

MORAL DA HISTÓRIA: "MULHER NOVA,BONITA E CARINHOSA, FAZ UM HOMEM GEMER SEM SENTIR DOR" (Zé Ramalho)



Posted by Cecília On 00:08 27 comments READ FULL POST

domingo, 6 de janeiro de 2013

  Eu sei que não é muito comum muitas postagens em pouco tempo vindas de mim, mas estou aproveitando para por algumas coisas em dia. Logo mais trarei mais novidades (Já terminei também Tonari no Kaibutsu-kun, mas me encantei mais com Suki-tte Ii na yo, então vamos primeiro a essa postagem).Uma das histórias mais bonitas e singelas que eu já vi. Suki-tte Ii na yo me surpreendeu muito. Lembrava Kimini Todoke é verdade, mas a abordagem foi muito mais adulta e conforme a realidade, o que me fez gostar ainda mais dessa história. Vamos aos comentários?



  Sinopse: 
Esta história de primeiro amor roda em torno de Tachibana Mei, uma garota que nunca fez amigos ou teve um namorado em 16 anos. Certo dia, ela acidentalmente machuca Kurosawa Yamato, o garoto mais popular do colégio. Por algum motivo, Yamato se torna interessado na Mei, e começa uma amizade não correspondida com ela. Ele até a protege de um perseguidor, a beijando.







  Eu gostei muito da protagonista, mesmo ela sendo a mais bobinha dessa temporada. Uma bobinha fofa e não tão irritante. Uma bobinha esperta e diferente. Mei era um amor de pessoa. Ela trouxe a tona um sentimento muito especial em mim. Tiveram alguns momentos em que ela me surpreendeu com sua ousadia. Eu costumo ter raiva de 'mimimis', mas confesso que me deixei levar pela magia desse anime, pela magia da Mei.













  Por falar em ousadia, Yamato foi um mocinho apaixonante por ser apaixonante em si. Ele não era birrento, muito menos escandaloso. Ele era um fofo apaixonado e cheio de amor pra dar. Cada episódio que passava eu gostava mais e mais dele. Mas, como homem ele vacilou em alguns momentos, mas nada muito drástico. Apesar de todas as características de príncipe, Yamato, não passava de um adolescente que vivia dramas de adolescente e que sim, possuía um impulso sexual como qualquer adolescente. Impulso esse totalmente natural e abordado da forma mais singela que eu já vi. 
Suki-tte Ii na yo foi um dos animes onde mais vi beijos entre os protagonistas. Um encanto só.


  Suki-tte Ii na yo trouxe à tona o valor da amizade. Quando você finalmente faz amigos, você nota o quanto realmente pode se sentir vazio e sozinho sem eles. Eles acabam se tornando peça fundamental em nossas vidas. Suki-tte Ii na yo também trouxe a tona tantas temáticas e dramas vividos por nossos jovens , e tudo isso foi abordado de uma forma delicada e sutil.


  Os personagens secundários foram super importantes. Todos eles traziam consigo uma história, seus problemas, maneira de encarar a vida. Então, como não se apaixonar pela Aiko, Asame e o Kai? Para mim, eles foram essenciais e altamente fofos. 



  Galerinha, é isso. se apaixonem como eu por Suki-tte Ii na yo. Vocês irão querer acompanhar sempre a abertura, de tão fofa que é. *o* O download pode ser feito no Sakura Animes. Não percam a oportunidade de conferir essa belíssima história.




Posted by Cecília On 00:35 6 comments READ FULL POST

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

  Gente, eu tô muito feliz de poder trazer pra vocês minha primeira postagem de ano novo: Kamisama Hajimemashita! Fazia séculos que eu não me divertia tanto quanto ao assistir esse anime. Estou muito feliz de poder trazer algo realmente maravilhoso pra vocês. O que mais me irritou foi a música de abertura. E, ao final, eu já estava cantando: Ah Ah Ah Ah (encerramento)! Impregna! Então, tenho certeza que vocês irão gostar e estarão cantando ao final do anime, como eu. Gostaria de agradecer a Elayne do DK por ter me recomendado esse anime. Vamos aos comentários?


  Sinopse: O pai de Momozono Nanami, um homem com inclinação para jogos de azar, desaparece após acumular muitas dívidas. Então, a menina é expulsa de sua casa pelos cobradores. Quando conhece um homem tímido que estava sendo perseguido por um cachorro, ele diz que dará a ela sua casa, que, na verdade, é um santuário. Esse cara, sem o consentimento de Nanami, passou uma espécie de selo para ela,o que a tranformou numa espécie de Deusa, então ela foi morar nesse templo onde o homem misterioso havia dito que ela poderia ficar. Lá, um cara com orelhas de raposa aparece,Tomoe, juntamente com dois espiritos, o que deixa Nanami ainda mais confusa. O carinha com orelhas de raposa é nada mais nada menos que o servo do antigo dono do Santuário e ele não aceita que sua nova mestre seja uma frágil humana. Só que o coração dele vai mudando e o de Nanami também. É através desse enredo que a história se desenvolve.



  Eu estava com saudades de um personagem verdadeiramente galante, super resmungão e engraçado como o Tomoe. E nunca torci tanto por um casal desde Kagome e Inuyasha. E nossa, como me lembrou Inuyasha. As histórias são diferentes, cada uma tem seus méritos, mas em alguns pontos elas foram bem semelhantes. E que maneira graciosa, para não dizer maravilhosa, de se firmar um contrato entre mestre e servo..através de um beijo. Kawaii! Isso mesmo, pra o Tomoe obedecer direitinho nossa Nanami o contrato deveria ser firmado através de um beijo. Bom, o Tomoe é daqueles personagens apaixonantes, resmungões e às vezes sem carisma, mas apaixonantes. Seus traços, forma de se portar, agir...bom, nisso ele me lembrou o Inuyasha, mas quando se fala de porte e elegância...sem dúvidas eu me recordava do Sesshoumaru.! Para torná-lo ainda mais interessante ele é cheio de segredos, misterioso, possuía traumas. Odeio personagens totalmente bons, e isso fez com que eu me apaixonasse ainda mais por Tomoe: ele possuía traços de personalidade que o caracterizavam como um demônio (sua verdadeira natureza), mas por vezes, ele era tão bom "humano", como humano no mundo não poderia ser. 





  Nossa protagonista, Nanami, não era nada boba. Muito menos submissa. Ela foi bem corajosa, sempre. Lógico que como ser humano ela hesitou em alguns momentos, mas sempre retornava íntegra e cheia de si. E que lindo o seu amor unilateral pelo Tomoe. Unilateral até certo ponto. Ele é bem mais sentimental do que imaginamos. Os sentimentos dela eram bem parecidos com o de Kagome em Inuyasha (impossível evitar comparações). Ela foi pura e boa o tempo todo. Mas não foi besta, nem boa demais a ponto de enjoar-nos. Ela foi tudo na medida. E é isso que gosto de ver em personagens femininos em animes: menos submissão e mais ação! Nanami me surpreendeu. As cenas entre os dois foram lindas, uma mais fofa que a outra.


  O que dizer do Kurama? Ele foi minha grande surpresa. Eu pensei que ele ia ser o vilão, mas que vilão que nada! Kurama foi essencial no desenvolvimento positivo da história. Acabou tornando-se fundamental. Ele chegou misterioso, como quem não quer nada, de repente quis aprontar, mas Tomoe o mostrou que não era bem por aí. Do meio pro fim, os dois estavam até convivendo bem juntos. Na verdade os três. É aí que entra nosso amiguinho cobra: Mizuki.


  Foi aí que eu pensei: o vilão? Finalmente? Mas não. O Mizuki aprontou claro, mas tudo que ele queria era não se sentir mais sozinho, ser ele mesmo. Ele acabou me arrancando boas risadas e eu fiquei super feliz vendo-o ajudar Nanami em momentos críticos. Kamisama Hajimemashita me marcou por ser uma caixinha de surpresas, onde cada personagem me surpreendia a cada episódio. 

  
   E claro, não posso me esquecer dos espíritos fofinhos que fizeram de tudo pra receber a Nanami super bem no santuário. Eles foram uns amores. Toda hora que eles apareciam era especial e significativa. As amigas de Nanami também foram essenciais. Aqueles momentos entre amigas, super femininos e cheios de cumplicidade foram bem retratados entre as três.


  E o Mikage? Super misterioso. Ele tinha um objetivo. Objetivo esse que precisa ser melhor esclarecido, apesar de terem sido dadas algumas deixas. É por isso que aguardo ansiosa a segunda temporada que deverá estar saindo em meados de abril! Mas calma, essa temporada tem cara de final, um final agradável. Mesmo se não houvesse segunda temporada eu estaria satisfeita. Que venha 2013! Estou louca para saber o que este ano nos reserva. E fiquem tranquilos, eu sumo, mas é sempre temporário. Enquanto isso, assistam a primeira temporada de Kamisama Hajimemashita! O download pode ser feito no Sakura Animes.


Posted by Cecília On 02:36 8 comments READ FULL POST

sábado, 29 de dezembro de 2012

  Olá pessoal! Olha eu aqui depois de um tempããão! \o/ Finalmente o recesso da faculdade me permitiu fazer algo de bom: assistir um filme da minha diva Son Ye Jin, My Wife Got Married. E eu não podia deixar o ano acabar sem uma ótima dica. Mas atenção, esse filme não é bobinho, a temática é bem adulta. Vamos aos comentários?


Sinopse: Deok-hun é um homem que se apaixona por uma antiga companheira de trabalho que volta a ver anos depois. Porém, o que ele desconhece, é que Ju Ina é uma mulher libertina, com uma mente muito aberta para relações amorosas e também apaixonada por futebol. Depois de muito tentar, ela aceita se casar com ele, deixando bem claro sua atitude progressista da vida. Certo dia, depois de estar vivendo fora da cidade por trabalho, ela volta pra casa dizendo que está apaixonada por outro homem, e que quer se casar com ele, mas sem deixar seu atual marido. Deok-hun será capaz de compartilhar sua esposa com outro homem? (Sinopse do asian team)




   Fazia muito tempo que eu queria assistir este filme da minha querida Son Ye Jin, mas ele é bem difícil de encontrar. Considero super legal essa característica que ela tem de cair bem em qualquer personagem. E eu adoro os trabalhos dela, são todos diversificados. Neste trabalho em especial, ela me fez questioná-la, odiá-la e, pela primeira vez, me fez ficar a favor do homem no que diz respeito a uma relação à dois, ops, à três.


  
  Esse filme é nada mais nada menos do que uma super crítica ao comportamento masculino, vivido agora por uma mulher, disfarçado de comédia. E eu achei isso super interessante porque foi bem inusitado ver esses papeis trocados, assistir à perspectiva masculina diante dessa vida libertina de nossa personagem, ver de certa forma a submissão que muitas mulheres enfrentam todos os dias diante dessa situação vivida, agora, por um homem.




  Quando esse comportamento, esperado nos homens, apresenta-se numa mulher, as críticas são pesadas. Então, outra coisa que que achei bastante surpreendente foi um país como a Coréia tratar disso em forma de filme. Sei que Son Ye Jin foi alvo de críticas por causa dessa personagem (li em algum lugar, mas não me recordo) e a admiro ainda mais por isso. Atriz que é atriz tem que encarar todo tipo de trabalho. ou quase todos. Vocês entenderam o que quis dizer. 





  Mas será que o amor pode ser dividido? Bom, para Ju Ina ele não pode, mas amar duas pessoas seria amar em dobro. Bom, aí parte diante da perspectiva de cada um sobre o amor. Será que é possível amar duas pessoas ao mesmo tempo? 
  Bom, caríssimos leitores, essa é minha dica de final de ano :) O download pode ser feito no Asian Team e é necessário cadastro. Até Breve.

                            

Posted by Cecília On 19:39 9 comments READ FULL POST

sábado, 6 de outubro de 2012

 Galera, hoje eu estou aqui pra recomendar mais um super filme do meu idolatrado Kim Ki Duk: Bad Guy. E num filme desses, não há como não soltar alguns spoilers...espero que vocês não se incomodem. Tentarei não dar muitas dicas. :) Vamos aos comentários?


  Sinopse: Basicamente, o filme é um thriller erótico de paixões desencontradas. Quando um casal de namorados cruza o caminho de um homem fechado, mas durão e mau-caráter, um estranho triângulo amoroso começa a se desenvolver.


  Este filme é bem interessante e tem traços de outro filme chamado Time - o amor que ultrapassa a barreira do tempo do mesmo diretor ( e o qual eu já comentei aqui no blog). As histórias são diferentes, mas eu falo de um determinado toque que Ki Duk Kim costuma dar aos seus filmes, como se ele utilizasse várias dimensões que pertencem a um mesmo plano. É, parece esquisito, mas com um tempo você se acostuma e passa admirar esta forma de fazer cinema que só Ki Duk Kim possui.


  Então, a sinopse do filme é bem idiota. Primeiro de tudo, eu considero que não há um triângulo amoroso. O que existe é um "bad guy", que sente-se ultrajado por um determinado insulto e resolve desgraçar a vida de nossa protagonista através de uma vingança, levando ao desenvolvimento de uma das temáticas do filme: a prostituição. A partir daí, o filme nos mostra as circunstâncias que levaram a protagonista a essa submissão e por fim à aceitação de sua atual realidade.



  Apesar de impactante, Ki Duk Kim consegue através da poesia e de suas sutilezas criar um tipo de ambiente inusitado, com um amor inesperado,cruel, que machuca, que nos dói a alma tentar entender. Por fim, há uma redenção que não seria aceita pela maioria das pessoas, sendo incompreensível aos olhos de muitos. Bad Guy é um filme nada convencional.


  Então, aqui vai um grande spoiler galera, prestem atenção! Nossa protagonista está na praia e lá avista uma mulher sentada na areia que logo se levanta e entra no mar afim de suicidar-se. No local em que ela estava sentada, nossa protagonista encontra algumas fotos rasgadas e as leva para o seu recinto e termina por juntar alguns pedaços, mas faltam os rostos das fotos que parecem ser de um casal. Ao término do filme, você percebe que naquelas fotos na verdade eram nossa protagonista e o nosso bad guy. É como se aquela mulher que ela viu entrando em alto mar fosse ela mesma, rendendo-se a condição de prostituta, aceitando sua realidade e seu amor pelo homem que a desgraçou. E ao achar os pedaços que faltam das fotos, ela percebe que é inevitável tentar fugir de sua condição degradante. É um momento totalmente simbólico do filme. Não há uma tradução. Ki Duk Kim consegue nos tocar de uma forma incrível.



  
 Então galera, eu espero que vocês confiram esse filmaço. Eu baixei por torrent no site A Privada Cult. (cliquem em cima do link). Deixem seus comentários e suas interpretações. :) Curtam nossa página no facebook e até a próxima.
Posted by Cecília On 13:29 6 comments READ FULL POST
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